quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Versículo do dia

"Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou,
e nos sarará; fez a ferida, e a ligará.
(Oséias 6: 1)

sábado, 11 de setembro de 2010

Liberdade


Livre é o que todos querem ser
Difícil é conquistar a verdadeira liberdade
Abrir todas as mentes
Dizer toda a verdade!
Liberdade há quem questione...
Nos jornais as manchetes
Grandes, chamando atenção
Ainda há quem se engane
Trocam os pés pelas mãos!


Adam Silva... 09/09/10
... Palavras


Acordar de manhã e poder ver os raios do sol tocando o chão e ouvir o canto dos pássaros, é privilégio para uns e significativo para poucos. A capacidade de traduzir o movimento da brisa que corta a imensidão do céu, o som da natureza que ecoa nos quatro cantos do planeta, é como um cego vencendo a dificuldade de aprender a ler e a escrever, pois depende não somente do cego como também do professor se adequar às dificuldades e não se deixar limitar perante as diferenças.
Não há escalas que definam o limite de superação, não é necessário o pagar de impostos para a subida dos degraus da evolução. As batalhas e as barreiras são uma constante, o medo e a tensão invadem nosso ser como vírus do viver, o frio na barriga e o arrepio são sintomas de que o a visão não fica apenas na teoria, mas passa para a prática.
O mundo alcança um patamar nunca imaginado. E como grande sonhador, sou um passageiro no elevador entre o sonho e a realidade, torcendo para que sempre suba, mas se caso descer, não desisto, pois para se reerguer é apenas uma questão de tempo.
No dicionário da vitória, o medo é provisório, Deus é refúgio, e a esperança um dilema! As outras palavras somos nós quem escrevemos, durante a passagem do novo para o jovem, e do jovem para o velho, mas que independente de qual por apenas uma vez, o coração sinta a essência da felicidade, o rosto tenha a experiência de projetar um sorriso, e o corpo estremecer de paixão...
...Sonhe... Procure... Sinta... Chore... Por que depois de tudo, os momentos passados são apenas páginas viradas de um livro chamado vida!

domingo, 8 de agosto de 2010

“Sempre nos arrependemos ao fazer as coisas pensando em alguém ou tentando ajudar o próximo, pois nossas ações benevolêmicas não mudam um pensamento, não mudam uma pessoa, e tão pouco muda o mundo, apenas transforma um ser que já se encontra no individualismo, cada vez mais egoísta!”


Adam Silva
June, 05 th, 2010
Dialética de Marx

“nada permanece como está. Por que o real é contraditório, tudo se transforma, o novo é inevitável. Caminhar de modo diferente inclui até o errar o caminho.”
ELEIÇÕES, DÚVIDAS E QUESTÕES


Dúvida! Dúvida!
E quem responde essas questões?
O governo, a TV, os jornalistas?
Não... Vivem enganando multidões!


A máscara esconde, aquilo que se passa pela mente,
Pois o que os olhos não vêem, o coração não sente!


Roubos, falcatruas e lentidão,
E o que acontece com o brasileiro?
Vendo seu direito passando pela sua mão...


A vida continua e a humilhação também,
Eleições chegam e promessas vêm
E o que realmente acontece, não se lembra de ninguém!


O IBGE diz, o Brasil está crescendo,
Mas será que todos sabem o que está acontecendo?
Ninguém pergunta, ninguém se interessa,
Pra saber o que é real, e os ladrões de plantão...
...Em seu governo desleal.


Eles roubam, escondem e o povo acredita,
Nas promessas e nas histórias
Dessa geração maldita!


A fome avança e a chuva leva,
E é na esperança que o povo espera,
Ninguém acredita, ninguém vê,
Todos participam e nada a acontecer.


E tudo vai passando,
Diante dos olhos do povo,
E na próxima eleição...
...Começa tudo de novo!



Adam Silva. 2010
Cena de Ódio


“[...]
Tu, que te dizes Homem!
Tu, que te alfaiatas em modas
E fazes cartazes dos fatos que vestes
Pra que se não vejam as nodoas de baixo!
Tu, qu’inventaste as Ciências e as Filosofias,
As Políticas, as Artes e as Leis,
E outros quebra-cabeças de sala
E outros dramas de grande espetáculo
Tu, que aperfeiçoas sabiamente a arte de matar.
Tu, que descobriste o cabo da Boa-Eperança
E o Caminho Marítimo da Índia
E as duas Grandes Américas,
E que levaste a chatice a estas Terras
E que trouxesse de lá mais gente p’raqui
E qu’inda por cima cantaste estes Feitos...
Ty, qu’inventaste a chatice e o balão,
E o farto de te chateares no chão
Te foste chamar no ar,
E qu’inda foste inventar submarinos
P’ra te chateares também por debaixo d’água,
Tu, que tens a mania das Invenções e das Descobertas
E que nunca descobriste que eras bruto,
E que nunca inventaste a maneira de o não seres
Tu consegues ser cada vez mais besta
E a este progresso chamas Civilização!”

(NEGREIROS, José de Almada. Obra completa de Almada Negreiros. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 2005)